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Constantine Andreou

Três retratos em primeiro plano de Constantine Andreou

Constantine Andreou (1917–2007), conhecido pela família como Costas, nasceu em São Paulo e cresceu em Atenas antes de se estabelecer na França após a Segunda Guerra Mundial. Tornou-se conhecido sobretudo como escultor, embora a pintura e a gravura continuassem importantes em sua obra ao longo de toda a vida. O método que desenvolveu para moldar e unir chapas de latão por soldagem oxiacetilênica abriu suas esculturas à luz e ao espaço circundante, e a figura humana permaneceu como seu tema mais recorrente.

Andreou passou grande parte da vida adulta em Paris e seus arredores, mas nunca rompeu seus laços com a Grécia. A partir de 1977, manteve também uma casa e um ateliê em Egina. Do Brasil, guardava a lembrança do calor humano, da música e das cores vivas; à Grécia, atribuía as formas arcaicas e o senso de medida que o acompanharam como artista.

Origens familiares

Nascido em São Paulo em 24 de março de 1917, Andreou era o segundo dos oito filhos de Kimon Andreou e Athena Giakoumelos. Seu pai lhe deu o nome do próprio irmão mais velho, Constantine, que morrera jovem por volta de 1905.

Pelo lado paterno, Andreou era membro da família Missios, originária dos Zagorochoria, no Épiro. Durante as perseguições da época de Ali Paxá de Ioannina, no início do século XIX, os antepassados de Constantine deixaram Zagori e se estabeleceram em Milies, no monte Pélion, onde usavam os sobrenomes Mitsou ou Mitsios. Evangelos, avô de Constantine, nascido em Milies por volta de 1848 e também mencionado em documentos de família como Mitsiou, adotou mais tarde o sobrenome Andreou após uma disputa envolvendo terras da família. A mudança de sobrenome não encerrou a questão. Seu filho Kimon continuou a reivindicar as terras, assim como Athena, viúva de Kimon, até 1957, quando a família soube que os registros nos quais se apoiava a reivindicação haviam sido queimados durante a Ocupação.

O próprio Evangelos havia deixado Milies muito antes do fim da disputa. Seu trabalho como comerciante de madeira o levou primeiro à Romênia, onde conheceu Orthodoxia Stavrinou e se casou com ela. Nascida em Larnaca por volta de 1853, ela era filha de Kimon e Maria Stavrinou. Sua família também se encontrava na Romênia por causa de suas atividades comerciais. O casal mudou-se mais tarde para o Egito, e seu filho Kimon nasceu no Cairo, em 1887. Orthodoxia morreu em São Paulo em 1915, e Evangelos, no Cairo, em 1923.

A família de Athena tinha raízes em Gyri, uma aldeia montanhosa de Zakynthos. Ela nasceu ali em 1889, filha de Spyridon e Marietta Giakoumelos, e pertencia ao ramo Roros da família Giakoumelos, cuja presença na ilha é documentada desde o século XV e que participou ativamente da administração da aldeia. A antiga ligação da família com Gyri ainda pode ser vista no moinho de vento de Roros, construído entre 1838 e 1840 pelos irmãos Dionysios e Filippos Giakoumelos.

Infância no Brasil e em Atenas

O pai de Andreou havia se estabelecido no Brasil antes de 1910, onde trabalhava como comerciante e, durante algum tempo, para a empresa Singer. Em 1913, viajou à Grécia para um casamento arranjado com Athena; em seguida, os dois retornaram juntos de navio ao Brasil. Seus cinco primeiros filhos — Annita (Anna), Costas, Platon, Socrates e Maria — nasceram ali.

Quando Constantine tinha oito anos, a família se mudou para a Grécia na esperança de desenvolver novas atividades comerciais. Spyros e Evangelos nasceram depois que se estabeleceram em Atenas, onde os negócios da família prosperaram no início. Essa prosperidade terminou quando um navio que transportava uma carga inteira de mercadorias da família se perdeu no mar. Com o fim do negócio e a família sob forte pressão financeira, Constantine teve de interromper os estudos secundários e trabalhar na fabricação de móveis.

Sua jornada de trabalho deixava pouco tempo para estudos regulares; por isso, frequentou aulas noturnas de desenho técnico e decorativo na Escola de Artes e Ofícios de Atenas. Sempre que podia, desenhava nos museus da cidade, dedicando-se especialmente às coleções de arte antiga e arcaica. A pintora Jenny Manousi, sua professora de desenho, percebeu sua habilidade e o incentivou a levar a arte a sério. Com seu apoio, Andreou deixou a marcenaria em 1936 e passou a se dedicar à escultura e ao desenho no ateliê da pintora (Mortaki, 2010, p. 275).

Àquela altura, seus pais haviam retornado ao Brasil com alguns dos filhos mais novos, na esperança de se recuperar da perda dos negócios da família. Constantine permaneceu na Grécia com Platon e Socrates, e os três irmãos prestaram ali o serviço militar no Exército Grego. Enquanto Andreou prosseguia sua formação artística em Atenas, Orthodoxia, a caçula dos oito filhos, nasceu no Brasil em 1939. A família voltou a se reunir na Grécia pouco antes da invasão italiana de 1940.

Constantine Andreou gesticulando com as duas mãos ao lado de suas sombras

A guerra e a partida para Paris

Andreou foi convocado para o Exército Grego em 1940. Durante a Ocupação, participou da Resistência Grega por meio da EPON, mas continuou a desenhar e a esculpir sempre que as condições permitiam. Quando sua obra foi criticada por seu naturalismo pouco convencional na Exposição Pan-Helênica de 1942, o escultor Memos Makris, o arqueólogo Giannis Miliadis e o pintor Nikos Nikolaou saíram em sua defesa. A amizade de Constantine com Nikolaou começou nesses anos e durou até o fim de sua vida.

Em 1944, quando Atenas ainda estava sob ocupação, o pai de Constantine morreu. Seus pais haviam apoiado seu trabalho mesmo quando a família dispunha de pouquíssimos recursos, e mais tarde ele dedicou a escultura monumental Maternidade a eles e à família que haviam mantido unida. Seus sete irmãos compartilharam por toda a vida essa mesma devoção aos pais.

O fim da guerra deu a Andreou a oportunidade de prosseguir seu trabalho no exterior. Depois de receber uma bolsa do governo francês, deixou a Grécia em dezembro de 1945 a bordo do Mataroa, viajando com outros artistas e intelectuais gregos com destino a Paris. Chegou com pouco dinheiro e precisou garantir o próprio sustento enquanto começava a se estabelecer como artista.

A família depois da guerra

Enquanto Andreou iniciava sua vida em Paris, seus irmãos voltaram a considerar o Brasil como destino. Platon e Socrates deixaram a Grécia pouco depois da Libertação, por meio de um programa brasileiro que custeava a repatriação de cidadãos que viviam no exterior, e Evangelos os seguiu em 1947. Athena e suas filhas juntaram-se a eles no início da década de 1950. Em 1954, a família já estava bem estabelecida no país; naquele mesmo ano, Anna se casou no Brasil. As irmãs começaram a retornar à Grécia durante a década de 1960. Evangelos mudou-se do Brasil para os Estados Unidos no fim daquela década e se estabeleceu na Grécia em 1986, enquanto Platon e Socrates permaneceram no Brasil até o fim da década de 1990.

Constantine Andreou sentado com oito membros de sua família em Curitiba, Brasil, no fim da década de 1950
Constantine Andreou com membros de sua família em Curitiba, Brasil, no fim da década de 1950. De pé, da esquerda para a direita: Socrates, Orthodoxia, Maria, Mimis Farmakopoulos, Annita e Evangelos. Sentados: Platon, Athena e Costas. Fotografia cedida pela família. O Arquivo Constantine Andreou.

Vários irmãos de Andreou também mantiveram vínculos estreitos com as artes. Anna, conhecida como Annita (1915–2019), casou-se com o renomado pintor greco-austríaco Dimitrios “Mimis” Farmakopoulos (1919–1996), enquanto Platon (1920–2008) trabalhou como pintor de construção civil e manteve uma loja de materiais de construção em Copacabana. Socrates (1923–2010) seguiu o caminho da música e foi um renomado professor de técnica vocal e canto lírico no Brasil. A irmã deles, Maria (1924–2010), casou-se com Georgios Fildisis, natural de Kyparissia, que foi diretor de presídio.

Os dois irmãos mais novos, Spyros e Evangelos, tornaram-se joalheiros. Spyros (1928–2022) casou-se com Amalia Tsasi, com quem teve duas filhas. Evangelos (1929–2018), joalheiro e exímio cravador de diamantes, iniciou a carreira no Brasil. Enquanto vivia no Rio de Janeiro, fez a chave cerimonial da cidade destinada ao presidente John F. Kennedy, cuja visita programada não chegou a ocorrer por causa de seu assassinato, em 1963. Seu trabalho o levou depois aos Estados Unidos, onde se casou em Nova York, em 1975, com a chilena Maria Eliana Vergara Edwards, oriunda das conhecidas famílias chilenas Vergara e Edwards. Maria Eliana seguiu sua própria carreira na enfermagem e tornou-se enfermeira-chefe de uma unidade de terapia intensiva; juntos, criaram seus filhos, Kimon e Arys.

A irmã caçula, Orthodoxia (1939–2022), teve uma longa carreira na Embaixada dos Estados Unidos, primeiro no Brasil e depois na Grécia. Assim como Constantine, nunca se casou nem teve filhos. Dos oito irmãos, apenas Spyros e Evangelos tiveram filhos, e Costas permaneceu próximo das filhas de Spyros e dos filhos de Evangelos. As dificuldades enfrentadas em comum durante os primeiros anos da família mantiveram os irmãos estreitamente unidos entre si e ligados à memória dos pais.

Paris: Le Corbusier e Sartre

Após chegar a Paris, Andreou matriculou-se por pouco tempo na École des Arts Décoratifs e na École des Beaux-Arts, mas o ensino acadêmico dessas instituições não lhe agradava. Logo as deixou e retomou o hábito que lhe havia sido útil em Atenas: aprender pela observação atenta e pelo trabalho das próprias mãos. Andreou apresentou suas obras pela primeira vez em Paris no pavilhão grego da Cité Universitaire, em 1946; em 1951, realizou uma exposição individual em uma galeria.

Mais tarde, recordou que seu primeiro ateliê ficava acima do restaurante da Maison internationale da Cité Universitaire. No fim de 1947, encontrou um pequeno ateliê na rue Vercingétorix, em Montparnasse (Relato citado em Mortaki, 2010, p. 283).

A necessidade de se sustentar levou Andreou, em 1947, ao ateliê de Le Corbusier, onde trabalhou como maquetista até 1953. A relação profissional entre os dois transformou-se em amizade, e a abordagem de Le Corbusier à arquitetura levou Constantine a refletir de maneira mais consciente sobre o lugar da cor e da forma monumental na escultura. Quando o arquiteto lhe perguntou onde havia aprendido a trabalhar, Constantine respondeu: “Sou grego. Carrego o conhecimento dentro de mim.”

Fora do ateliê, Andreou integrou-se ao círculo de artistas e escritores que se reuniam em Saint-Germain-des-Prés. Tornou-se amigo próximo de Jean-Paul Sartre e fez parte de seu círculo íntimo. Sartre deixou clara sua admiração pela obra de Andreou em julho de 1959, quando lhe dedicou um artigo intitulado “Andréou” na revista Les Temps modernes e comparou sua importância à de Picasso e Mondrian.

Por meio do mesmo círculo parisiense, Andreou conheceu Gino Severini e Tsuguharu Foujita. Outros escultores se interessaram por sua nova maneira de trabalhar, e César visitou seu ateliê em La Ville-du-Bois para aprender o método de soldagem oxiacetilênica desenvolvido por Andreou.

Retrato em primeiro plano de Constantine Andreou
Constantine Andreou em seu ateliê em La Ville du Bois, mostrando seu trabalho 'Lieu d'évasion', 1969
Constantine Andreou em seu ateliê em La Ville du Bois, mostrando seu trabalho ‘Lieu d’évasion’, 1969

Uma nova linguagem no metal

Os anos em que Andreou trabalhou com Le Corbusier coincidiram com o desenvolvimento de sua própria abordagem da escultura. Depois de ver uma cabeça de Constantin Brâncuși em 1947, começou a questionar a superfície fechada de uma forma tradicionalmente modelada ou talhada. Mais tarde, explicou que queria romper sua casca semelhante à de um ovo e descobrir sua “vida interior”. Em 1948, havia encontrado uma resposta prática: moldar diretamente chapas de latão e uni-las com um maçarico oxiacetilênico.

Esse método lhe permitiu construir uma escultura a partir de planos separados, em vez de talhá-la em um bloco maciço. Começava por um desenho; depois, cortava e martelava o metal antes de soldar os elementos. Ao longo do trabalho, a escultura podia ganhar uma forma diferente da do desenho (Mortaki, 2010, p. 286). Como as aberturas deixavam a luz entrar, a forma mudava de acordo com a posição do observador; Andreou deixava visíveis os cortes e as soldas, em vez de ocultar o modo como a peça havia sido feita. Ao desenvolver o processo, recorreu ao conhecimento dos materiais que adquirira na fabricação de móveis em Atenas.

A escultura consolidou a reputação de Andreou, mas ele pintava com a mesma paixão (Mortaki, 2010, p. 330). A figura humana permaneceu no centro de sua obra, sobretudo nos estudos de casais e da maternidade. Nas Sereias, abriu espaços no interior das figuras para que seus perfis e volumes se alterassem conforme o ângulo de visão. Levou uma preocupação semelhante com a forma aos relevos coloridos da série Eye and Sun, enquanto Egg-Family retomava, em uma obra sobre relações familiares, a forma orgânica que havia despertado seu interesse desde o início. Aves e criaturas imaginárias apareceram em outros trabalhos.

No início da década de 1960, Andreou passou a se dedicar mais intensamente à gravura. Pressionava e trabalhava a matriz para que a linha criasse uma sensação de profundidade, levando para a folha impressa procedimentos desenvolvidos na escultura. Sua versatilidade técnica também o levou a criar joias e a realizar trabalhos para o teatro.

Vestige II, escultura de Constantine Andreou em latão soldado, 1962
Vestige II, 1962. Latão soldado, 122 × 58 × 53 cm. Coleção particular da família.

Uma carreira internacional

Desde o início da década de 1950, Andreou expôs regularmente na França e na Grécia e, mais tarde, voltou a apresentar seu trabalho no Brasil. Em Paris, expôs no Salon d’Automne e no Salon de Mai e participou de exposições de escultura contemporânea no Musée Rodin. A essas exposições seguiram-se participações nas bienais de Antuérpia, Paris, Liubliana e Veneza. Em 1966, representou a Grécia na 33ª Bienal de Veneza ao lado do escultor Clearchos Loukopoulos, na representação nacional, da qual Tony Spiteris foi o comissário.

À medida que suas esculturas aumentavam de escala, Andreou passou a precisar de mais espaço do que seu ateliê em Paris podia oferecer. Em 1967, instalou um ateliê maior em La Ville-du-Bois, ao sul da cidade, e fez dele sua principal base na França. A casa reunia suas diferentes atividades, com uma oficina de escultura, um espaço no andar de cima para pinturas e desenhos, uma prensa de gravura e grandes esculturas ao ar livre (Villadier, citado em Mortaki, 2010, p. 292). Em 1971, foi realizada uma retrospectiva em Le Havre. Sua ligação com La Ville-du-Bois durou até o fim de sua vida. Em 1998, La Ville-du-Bois deu à sua biblioteca municipal o nome de Bibliothèque Constantin Andréou em sua homenagem. Para marcar a ocasião, Constantine doou vinte obras ao município, entre elas Maternidade e as grandes pinturas O Circo e O Jantar, instaladas em edifícios públicos.

Sua vida na França não o impediu de passar longos períodos na Grécia. A conselho de seu amigo Nikos Nikolaou, Andreou começou a procurar um lugar para se instalar em Egina e, em 1977, comprou uma antiga vinícola construída em 1601, que transformou em casa e ateliê. Nikolaou já fazia parte da comunidade de artistas da ilha, que também incluía Christos Kapralos e Giannis Pappas. Andreou usava a casa tanto para férias quanto para períodos prolongados de trabalho. Foi ali, durante o verão de 1985, que criou as vinte pinturas da série Polymorphs, inspirada na obra do poeta e crítico de arte grego Evangelos Andreou, sem vínculo de parentesco com a família do artista.

Cruz de Cavaleiro da Legião de Honra com sua fita vermelha
Cavaleiro da Legião de HonraParis Musées, via Wikimedia Commons, CC0. Imagem ilustrativa.

O reconhecimento da obra de Andreou continuou a crescer. Em 1982, presidiu o comitê de escultura do Salon d’Automne e, em 1988, recebeu o Grand Prix Antoine Pevsner. Uma grande retrospectiva foi inaugurada na Pinacoteca Municipal de Atenas em 1998, seguida por outra na Fundação de Artes Teloglion, em Tessalônica, em 2004. A França o nomeou Cavaleiro da Legião de Honra (Chevalier de la Légion d’honneur) em 2000 e Oficial da Ordem das Artes e das Letras (Officier de l’Ordre des Arts et des Lettres) em 2005.

Insígnia da Ordem das Artes e das Letras com fitas verdes e brancas
Ordem das Artes e das LetrasMinistère de la Culture, DRAC Grand Est, CC BY-SA 3.0 FR. Imagem recortada para exibição. Imagem ilustrativa.

Suas obras passaram a integrar coleções públicas e particulares em todo o mundo. Na Grécia, há obras suas na Galeria Nacional de Atenas, na Fundação de Artes Teloglion e na Fundação Basil & Elise Goulandris. Em Paris, figuram nas coleções do Museu de Arte Moderna de Paris e do Musée des Arts Décoratifs.

Retorno à Grécia e legado

Andreou retornou definitivamente à Grécia em 2003 e passou a dividir seu tempo entre Atenas e Egina. Continuou a desenhar e pintar, ao mesmo tempo que registrava ideias para obras que ainda esperava realizar. Em 2004, criou a Fundação Costas Andreou para apoiar artistas mais jovens e estimular o interesse do público pelas artes visuais.

Morreu em sua casa em Atenas em 8 de outubro de 2007, aos noventa anos. Em uma entrevista anterior, Constantine havia se descrito simplesmente como um trabalhador que amava a verdade e vivia para a arte. Seu lugar na escultura grega moderna se deve, acima de tudo, ao método que criou para moldar e unir chapas de latão por soldagem oxiacetilênica, desenvolvido ao longo de uma carreira internacional de mais de meio século. Mesmo durante as décadas em que viveu na França, a Grécia e sua família permaneceram no centro de sua vida.

Constantine Andreou visto através de uma abertura em uma de suas esculturas

Fontes

A história da família apresentada nesta biografia baseia-se em registros genealógicos e documentos familiares, bem como na história oral preservada pelo Arquivo Constantine Andreou.

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Leituras complementares e recursos online

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